As Aldeias

São seis as Aldeias Vinhateiras do Douro, que se destacam pelas suas igrejas, capelas, pelourinhos, quintas, casas senhoriais e outros elementos arquitetónicos e paisagísticos. O seu conjunto espelha a singularidade e história da região, onde os socalcos de xisto, desenhados pelo homem, dão ser à paisagem.

Barcos

Demarca-se na paisagem pelo seu conjunto urbanístico, denotando-se, à primeira vista, que o núcleo primitivo se organizou em redor da Igreja Matriz.

Favaios

Situada num vasto planalto do sopé da Serra do Vilarelho, a 3 km de Alijó, as origens da Aldeia remontam à ocupação romana.

Provesende

Provesende situa-se num ponto alto da região, na descida para o vale que termina no rio Pinhão, o qual é dominado pelo monte de São Domingos, que apresenta vestígios de um castro lusitano e de onde se desfruta uma magnífica vista.

Salzedas

O nome Salzedas provém do latim Saliceta que significa salgueiral, vegetação muito abundante nas margens do rio Varosa, que por ali corre. É de povoamento muito antigo. O seu ex-libris é o Mosteiro Cisterciense de Santa Maria de Salzedas.

Trevões

Trevões foi elevada a Paróquia no século XIII e tem como padroeira Santa Marinha que, segundo reza a história, foi uma das nove irmãs perseguidas por se converterem ao cristianismo. Realiza-se em Julho a festa em sua honra, na Igreja Matriz, classificada como monumento nacional, que lhe é dedicada.

Ucanha

Ucanha, detentora de uma localização privilegiada na margem direita do rio Varosa, será, de acordo com algumas tradições, a vila mais antiga das redondezas. O seu nome remete a um vocábulo que pode designar casebre ou lugar de diversão.

A Rede de Aldeias Vinhateiras

A Wine Villages – Associação de Desenvolvimento da Rede Aldeias Vinhateiras do Douro tem por missão e objeto principal a organização, desenvolvimento e promoção do património material e imaterial da rede das aldeias vinhateiras, enquanto marca agregadora do potencial turístico do Douro.

As Aldeias Vinhateiras bordejam o Alto Douro Vinhateiro, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, enquanto “paisagem cultural evolutiva viva”. Passar de uma para a outra implica sempre fruir esse Bem Cultural que é do Mundo e não só nosso.

A paisagem rural duriense deriva não de uma cristalização no tempo, mas de uma longa e duradoira relação entre Homem e Natureza, da qual resultou um vasto património construído e imaterial, uma memória coletiva. Nessa interação surgiu a Quinta, elemento estruturante do Douro Vinhateiro. Por sua vez, as aldeias são um património onde o valor individual de cada elemento é sobreposto pelo valor de conjunto. É esse mesmo valor que tem de ser preservado e apresentado como uma herança histórica e cultural que importa salvaguardar.

Cada comunidade pode, e deve, explorar o legado dos seus antepassados em prol do seu desenvolvimento e da sustentabilidade das suas populações. Sem esta dinâmica, o futuro é certamente uma imagem fixa, sem a dinâmica “evolutiva e viva” que se quer para o território duriense.

Por tudo isto se considera que a Rede das Aldeias Vinhateiras deve constituir mais um verdadeiro e muito positivo fator de desenvolvimento.

Uma janela para o Douro

Visite as Aldeias Vinhateiras e deixe-se ficar.

Uma janela para o Douro

Visite as Aldeias Vinhateiras e deixe-se ficar.

O Douro

Distinguido como Património da Humanidade da UNESCO, o Alto Douro Vinhateiro é um testemunho da visão, engenho e perseverança das gentes que desde há quase dois mil anos têm vindo, literalmente, a deixar a sua marca nas encostas de xisto, sob a forma de magníficos socalcos, entalhados à mão ao longo de gerações.

Conhecido em todo o mundo pelo icónico Vinho do Porto, mas rico em inúmeras outras variedades, tradições e segredos vitivinícolas, o Alto Douro é ainda palco de deslumbrantes paisagens, tradições milenares e um património histórico e cultural absolutamente ímpar e inimitável.

Venha conhecê-lo connosco.